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O tal Claudinho? mais ancorada no real, menos especulativa

Hoje estou provocativo porque muito se fala do Claudinho, mas talvez pouca gente esteja olhando para o aspecto mais interessante do que ele vem mostrando. Não é o brilho do artefato. É a operação por trás dele.

O ponto não é “uma empresa tocada por agentes”, como às vezes o entusiasmo exagera. É algo mais simples e mais real: certas partes do trabalho já podem ser organizadas de outro modo.

Separar o joio do trigo, aqui, é distinguir hype de estrutura.

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Olá amigos 👋 ,

Há um ruído persistente — e inescapável — entre quem fala sobre IA: a obrigação de inventar o inédito. Um produto que ninguém imaginou. Um mercado que não existia. Um futuro que começa amanhã de manhã.

O ruído é compreensível. A novidade sempre rendeu boa prosa, e a tecnologia pede liturgias. Mas convém desconfiar desse impulso. Não seria possível que, enquanto todos correm para inventar o que não existe, o lucro mais acessível esteja justamente no que já existe há décadas e ninguém quer tocar?

Vamos separar o Joio do Trigo?

O chique é ser simples

Hoje estou provocativo.

Muito se fala do Claudinho, mas poucos percebem a profundidade de onde isso pode chegar. Aqui é, em essência, separar o joio do trigo.

Porque uma coisa é olhar para ferramentas.

Outra é enxergar arquitetura.

Mas hoje quero explodir sua cabeça — no bom sentido.

Você já pensou em ter uma empresa operando majoritariamente por agentes? E não estou falando de embaixador, personagem ou performance. Estou falando de linha de código, processos e raiz.

Talvez você esteja pensando: Jhon, menos discurso e mostra logo.

Então olha isso.

Montei uma estrutura para cuidar da minha marca pessoal. Abri, inclusive, uma vaga para um diretor sênior de construção de marcas pessoais — mas comecei a me perguntar se essa função não pode ser distribuída entre agentes com papéis e entregáveis claros.

Se quiser deixar com uma pequena virada mais provocativa (acho que combina com o texto), eu faria:

Montei uma estrutura para cuidar da minha marca pessoal. Abri, inclusive, uma vaga para um diretor sênior de construção de marcas pessoais — mas comecei a me perguntar se essa função não pode ser distribuída entre agentes, com papéis definidos e entregáveis claros. Talvez aí esteja o experimento mais interessante.

Essa última fecha melhor antes de entrar na imagem.

Eu sou o CEO da empresa — e já abri uma vaga para o melhor construtor de marca pessoal do Brasil. Você acha que vai aparecer uma pessoa para ocupá-la?

Não.

Vai surgir um organograma de agentes trabalhando na construção da minha marca pessoal. Uma agência. Sem enrolação. Com funções definidas e entregáveis claros.

Quer ver até onde isso pode chegar?

Como CEO, eu já “contratei” um agente especialista em construção de marca. E ele, por sua vez, hoje coordena toda uma agência operada por agentes, cada um com responsabilidades e entregas claras.

E, honestamente, fiquei impressionado. O Claudinho vai além do artefato.

Ali não é sobre brincar com IA. É sobre redesenhar operação.

O jogo é de gente grande. Alguns já entenderam.

A era da IA está apenas começando!

Abs, Jhon

Nota: Todo conteúdo, ideias, conceitos e demais ativos intelectuais aqui apresentados pertencem exclusivamente a Jhonata Emerick.

brigado especial à Sta_ai pelos convites para os cursos. Caso alguém tenha interesse, procure a Kelly pelo telefone (11) 97082-2145.

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até Domingo…

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