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As revoluzões indústriais, seus impactos no PIB e Produtuvidade.

Como parte do meu trabalho, toda semana eu leio muito conteúdo sobre dados, tecnologia e inteligência artificial (IA). Eu faço uma seleção e envio pra você os melhores, todo domingo. Vamos separar o joio do trigo.

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Olá amigos 👋 ,

Hoje, vamos explorar como a IA já está produzindo efeitos em um assunto que, de maneira geral, os brasileiros gostam: o esporte. Com dois exemplos que abrangem a paixão nacional, o futebol, demonstraremos como o impacto se estende do atleta profissional ao esportista de fim de semana. Vamos lá?

O chique é ser simples

Hoje, vamos olhar para um padrão que se repete na história: toda vez que uma tecnologia vira infraestrutura, a produtividade sobe — e o PIB tende a acompanhar. O chique é ser simples: no fim, é sobre fazer mais (e melhor) com os mesmos recursos.

O chique é ser simples

Cada revolução industrial colocou um “motor” novo na produtividade humana: primeiro foi o vapor, depois a eletricidade, então os computadores — e agora é a vez da inteligência artificial acelerar o que realmente importa: output por hora, qualidade e decisão.
O que acontece quando a máquina não só executa, mas também sugere, compara, resume e decide junto com você? Vamos separar o joio do trigo.

1ª Revolução — Vapor e mecanização: substituiu o esforço manual e acelerou o fazer.
2ª Revolução — Eletricidade e escala: padronizou, barateou e industrializou a produção.
3ª Revolução — Computador e automação: automatizou cálculos, processos e rotinas de escritório.
4ª Revolução — IA aplicada e convergência: coloca IA dentro do fluxo de trabalho, conectando dados + sistemas + pessoas para decisões melhores, mais rápidas e mais consistentes — elevando produtividade, e isso tende a aparecer no PIB ao longo do tempo.

Convergência (aqui) é quando dados, ferramentas e times antes separados passam a funcionar como um único fluxo, com a IA conectando e “costurando” as partes. Na prática, é sair das ilhas (planilhas, e-mails, ERPs) para um processo integrado que aprende, se ajusta e melhora continuamente.

  • Convergência (aqui) é quando dados, ferramentas e times antes separados passam a funcionar como um único fluxo, com a IA conectando e “costurando” as partes.nNa prática, é sair das ilhas (planilhas, e-mails, ERPs) para um processo integrado que aprende, se ajusta e melhora continuamente.

  • Convergência (aqui) é quando dados, ferramentas e times antes separados passam a funcionar como um único fluxo, com a IA conectando e “costurando” as partes. Na prática, é sair das ilhas (planilhas, e-mails, ERPs) para um processo integrado que aprende, se ajusta e melhora continuamente.

    “Repara no desenho: por séculos a linha quase não mexe. A partir das revoluções, ela dispara. Não é magia — é produtividade virando renda.”
    “O padrão se repete: quando uma tecnologia vira infraestrutura (vapor, eletricidade, computador), ela muda o jeito de trabalhar — e o PIB per capita acompanha.”
    “A IA é o próximo degrau porque ela não só executa: ela ajuda a pensar — resume, compara, rascunha, checa, sugere caminho.”
    “Mas aqui vem o joio do trigo: IA sem processo vira ruído. IA com método vira resultado previsível.”
    “Então o foco do curso é simples: pegar a onda da IA generativa e transformar em ganhos práticos e seguros no dia a dia — com revisão, governança e bom senso.”
    “No fim, a régua não é ‘usar IA’. É: reduz tempo? reduz risco? melhora qualidade? Se sim, vale. Se não, é distração.”

    “Pra fechar: a velocidade mudou de patamar. Antes, uma tecnologia levava décadas pra chegar em 50 milhões de pessoas — agora pode levar meses.”
    “Isso é o recado principal: quem aprende rápido ganha vantagem, porque a curva de adoção não espera maturidade interna.”
    “Mas separar o joio do trigo é crucial: adotar não é ‘sair usando’. É escolher onde dá ROI, com guardrails e rotina.”
    “No curso, a gente vai sair do ‘uau’ e ir pro ‘uso’: casos reais, templates, checklists e revisão — pra virar produtividade, não bagunça.”
    “E a frase final é essa: IA não substitui quem trabalha — substitui quem trabalha do mesmo jeito de sempre.”

  • “Pra fechar: a velocidade mudou de patamar. Antes, uma tecnologia levava décadas pra chegar em 50 milhões de pessoas — agora pode levar meses.”
    “Isso é o recado principal: quem aprende rápido ganha vantagem, porque a curva de adoção não espera maturidade interna.”
    “Mas separar o joio do trigo é crucial: adotar não é ‘sair usando’. É escolher onde dá ROI, com guardrails e rotina.”
    “No curso, a gente vai sair do ‘uau’ e ir pro ‘uso’: casos reais, templates, checklists e revisão — pra virar produtividade, não bagunça.”
    “E a frase final é essa: IA não substitui quem trabalha — substitui quem trabalha do mesmo jeito de sempre.”

“No fim, o futuro não é um ‘grande projeto de IA’ — é separar o que dá valor do que só faz barulho. E é aí que as pequenas automações vencem: simples, rápidas e bem remuneradas, destravando produtividade todo dia.”

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até Domingo…

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